quinta-feira, 19 de julho de 2012

Dicas para comemorar Lughnasadh Sabbath (in 2012)

Link


Lughnasadh é um tempo ainda festivo. É a plenitude que nos desafia uma última vez antes de nos dar a colheita daquilo que estávamos plantando/conquistando o ano todo. Assim é um período excelente para repensarmos nossas escolhas e mantermos ou mudarmos pela última vez nosso foco. Tudo nessa data é muito decisivo. Entretanto, pelo caráter dos desafios, esse é um ótimo período para jogos, desafios, brincadeiras, envolvendo todas as aptidões quanto possíveis: artística, intelectual, leitura/escrita, música/dança, física; assim como também nos chama a celebrar com abundância (principalmente de produtos a base de trigo e cereais).

Esse é o momento da colheita, da bênção dos alimentos e da terra para que sobrevivam ao período de morte, por isso também é considerado como a "última dança com a plenitude antes de de nos despedirmos dela". Por isso, é certamente um momento para se viver intensamente.

Assim como Litha, não vejo a necessidade de um ritual formal para esse festival. Creio que seja um momento ideal para consagrarmos nossos alimentos e caminhos, traçarmos um rumo definitivo, tomar decisões que ainda nos faltam, e vencermos os desafios que estão a nossa frente. Assim como acho que a melhor maneira de comemorá-lo é de forma festiva, com abundância de comida, principalmente dos derivados de trigo e cevada; com muita música, dança; e muitos jogos e competições, de todos os tipos.

Para aqueles que gostam de uma comemoração em casa, ou mesmo em grupo, vou dar algumas sugestões muito úteis e boas, inclusive um bom encanto para atrair dinheiro (excelente para essa época).


Pela tarde, acenda uma fogueira ou um caldeirão de fogo (ou caso não possa uma vela amarela) com ervas como alecrim, alfazema. E olhando na direção do sol agradeça:

"Ó Luz, queremos agradecer
por nos aquecer da manhã ao anoitecer,
por, na Terra, tudo fertilizar,
por seu carinho e prazer nos dar,
pelo brilho de alegria e contentamento,
por guiar nosso caminho a cada momento.
E agora que é chegada a hora de você partir
a guardaremos no coração até as trevas surgir,
pois com Yule virá o seu renascimento.
Adeus, querida, você ficará em nosso pensamento!"

Pegue os potes com grãos de sua casa e abençoe-os passando a mão sobre eles ou mesmo os mentalizando minunciosamente e dizendo:

"Mãe-Terra, por esses presentes agradecemos
e pelos cereais e bulbos que recebemos.
Abençoe-os com sua graça, por favor,
e que dentro deles fique o seu amor
para que ao comê-los a sua bênção possa fluir
dentro e fora e em todo o nosso existir!"

Asse um pão bem especial, feito com trigo, ou mesmo compre um bem especial e completo... E use-o como condimento de uma libação, consagrando:

"Ciclo da vida aqui contido,
nascimento e morte e nascimento repetido,
ajude-me ao meu papel na vida entender
e ajude-me a minha alma esclarecer,
para que fácil seja o caminho traçado pra mim,
Pois assim desejo e será assim!"

Por fim, prepare um encanto para atrair dinheiro, mas lembro que você terá de abrir caminhos por onde ele possa chegar. Você precisará de:

  • uma garrafa com rolha (por onde entre os demais itens);
  • um anzol de pesca;
  • alguns cravos-da-índia;
  • uma pitada de canela;
  • algumas moedas e cédulas.

Coloque tudo dentro da garrafa, exceto a rolha, enquanto visualiza o dinheiro chegando para você de todas as direções. Depois coloque a rolha na garrafa, lacre-a com um pouco da cera de vela (pode ser uma amarela, usada para simbolizar Lughnasadh mesmo) e recite o encantamento:

"Fique vivo, dinheiro, e trate de aumentar.
Chegue a mim, vindo de todo lugar.
Pelas ervas, pelo anzol, pelo vidro e pela moeda
a prosperidade se junta e medra.
Cédulas e moedas de brilho dourado,
vocês são minhas e devem ficar a meu lado!"

Enterre, por fim, a garrava nas proximidades da entrada de sua casa. Se não for possível, guarde-a com você em um lugar que ninguém possa ver ou tocar, nem mesmo você.

Enfim, celebre essa data com festa, dança, abundância e júbilo. Se você quiser, pode também ofertar aos elementais uma porção de trigo e outros grãos, criando desenhos mágicos no chão usando sua própria oferta! 


Feliz Lughnasadh a todos!

Lughnasadh Sabbath

Link

Esse é o sétimo Sabbath da Roda do Ano que se inicia em Samhain. Sua regência são as colheitas, sejam terrenas, representadas pela colheita do trigo, ou sejam pessoais, representadas pelas conquistas e resultados daquilo que batalhamos durante o ano. A plenitude de Litha nos permitiu viver e revitalizarmos para colhermos o que plantamos e arcarmos com as consequências das jornadas que escolhemos. Esse é o "acerto de contas", o momento em que realmente colhemos o que semeamos em Imbolc. Mas a Terra também nos presenteia com a Luz e a força que rege esse momento, muito relacionados a jogos, competições, desafios, sobretudo físicos. Ainda é momento de festejar!


Lughnasadh ou Lammas: Comemorado em 03 de agosto, é o festival da festa, dos jogos, da fartura e da colheita; é a grande olimpíada dos Sabbats. Tudo ainda é pleno e a terra produz em abundância, momento de se provar seus dotes, físicos, mentais, medicinais, mágicos, e por aí vai, por isso é o período das grandes festas, banquetes e competições – de todos os tipos. Contudo, há, permeado por tudo isso, o anúncio de que tudo deverá acabar futuramente.



Lughnasadh acaba por ser um festival literalmente festivo, cheio de jogos, comidas, músicas... Sua plenitude está em celebrar o que se conquistou pois sabemos que logo devemos estar preparados para o recomeço. Após esse tempo será o momento de novamente voltarmos ao trabalho e mantermo-nos sólidos e vivos. Esse festival recebe, portanto, o nome do Deus celta Lugh, bardo, músico, poeta, artista, médico, e Deus do Sol, portador da Lança da Luz, a personificação da vitória matinal da Luz sobre as Trevas.

É desse modo que a celebração desse dia se rege. Lugh é um guerreiro astuto e brilhante, inteligente, divertido e cheio de qualidades. Ele possuí quase todos os dons que importam na vida, é o Deus da vitória, aquele que jamais perde em combate, e estimula a todos a vencerem em seus desafios, é o Deus responsável pelo Sol que germina o grão e possibilita a colheita, é Ele quem nos inspira a compor, dançar e cantar, e também é ele que nos ensina a arte de curar e cuidar uns dos outros.

Mas Lugh também passou por muitos desafios em seu mito para poder alertar os danannianos da ameaça formariana; e só venceu o último desafio, quando teve de convencer ao porteiro da tribo a deixá-lo entrar sem usar força, o que poderia colocá-lo na balança negativa com os danannianos; sem revelar sua verdadeira identidade, pois destruiria seu propósito; e, principalmente, sem falar de suas intenções, pois levantaria suspeita nos formarianos prontos para o ataque. Assim Lugh, após vencer desafios de todos os tipos: físicos, mentais, artísticos; nos ensina a máxima: nem toda guerra se vence na luta, muitas delas se vence na confiança e no dom de conquistá-la pelo que temos de melhor... Sendo esse o ponto que toca nesse festival: é hora de colhermos o resultado (a vitória) de nossa luta durante esse ano, portanto, somos desafiados pela última vez a fim de terminarmos com êxito ou botarmos tudo a perder, a escolha será nossa quando formos optar pela melhor estratégia para prosseguir.

No mais, torno a salientar, que esse é o momento da colheita, em nossas vidas e do trigo (o ouro da terra). Por isso é um momento de muita festa, mas de muita cautela, pois nossas decisões aqui serão de fato decisivas e definitivas. A Igreja Católica também costuma comemorar a festa do trigo, com o nome de Lamas, durante todo o mês de agosto... Receio não ser apenas coincidência ;).

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Badb - A Deusa da Guerra


Badb  (pronuncia-se Bibe) , é uma Deusa com muito pouco material sobre Ela. Ela é a Jovem dentro da Tríade Morrigù (também conhecida como The Morrigan ou As Morrignas – na qual integram Badb, Macha e Morrigan). Muitas vezes essa Deusa é eclipsada ou mesmo fundida com sua irmã Morrigan, uma vez que ambas representam as mesmas características, a diferença está que em Badb a guerra, a morte, a vingança, a sede de poder, o amor corrompido se ressaltam. Assim é como se essa Deusa fosse uma “versão negativa” da própria Morrigan, mas acho essa definição muito pequena e simplória. 

Badb é sim Deusa da guerra e da morte, assim como assume o papel de sedutora, de amante – aquela que curte os prazeres da vida e o amor como uma forma de passa-tempo. Em geral Ela era muito pouco cultuada, seu aspecto geralmente lidava com mau-agouro, morte, batalhas violentas, perversidade, vingança fria, e amores corrompidos. Dessa forma ela ficou conhecida como a Deusa do Castigo, tanto como a Deusa dos Prazeres e, principalmente, dos trabalhos amorosos. 

Por ser eclipsada por Morrigan, é difícil achar a respeito dessa Deusa, mas estou postando o que achei, só ressalto que essa Deusa traiu a irmã por conta de sua sede de poder, e é daí que provavelmente vem a sua fama. No mais, até mesmo achar algo sobre Morrigan fica difícil, quase sempre se tem uma mescla das duas ou uma referência a tríade completa: Morrigù, As Morrignas ou The Morrigan (formadas por Badb, Macha e Morrigan). Por tanto, é mais fácil conhecer a tríade que suas “partes”.



Badb era uma deusa (ou aspecto personificado) de uma guerra-deusa-trindade, formada por Badb, Macha, e Morrigan / Nemain. Juntas, elas foram chamadas de The Morrigan /  Morrigù. 

Badb, deusa da guerra, como aspecto de The Morrigan, teve a capacidade de mudar-se em um corvo, um corvo, uma bela garota ou uma velha bruxa. 

O pássaro em forma de guerra deusa era hábil na magia, que ela muitas vezes usada para decidir batalhas. 
Badb era famosa por suas paixões pelos homens, geralmente seduzindo os heróis.

Ela, também foi dito ser a filha de Delbáeth e Ernmas e irmã de Macha e Morrigan (também conhecida por Nemain). Seu marido era o Neit deus da guerra. Badb era vista como aspecto jovem, ou outro nome da deusa The Morrigan e às vezes também visto como equivalente a Nemait.

Seu arquétipo como uma deusa da guerra é particularmente forte, e ela é uma parte da temida The Morrigan, uma trindade de Deusas (trindade essa relacionada ao aspecto ancião)  associadas com a morte, batalha, destruição e renovação. Ela é frequentemente associada com a fada de presságio da morte, o Beansidhe (geralmente escrito em Inglês como "Banshee"), que foi vista lavando a armadura de soldados que irão perecer na próxima batalha. Badb aparecia sobre a fúria da batalha como uma gralha, mas às vezes correndo selvagem entre a luta sob a forma de um lobo. Em sua própria batalha, ela é uma das divindades que conduziu o fomorians (às vezes chamado de Formors ou o Formorii) para fora da Irlanda para sempre. 

A filha de Ernmas, ela é chamada de "aquela que ferve ", como na fervura do caldeirão Otherworld de morte e renascimento, assim ela é considerada por muitos a presidir, decidindo o destino de quem passou para a sua grande mistura cósmica. No Celtic Escatology (fim das crenças do mundo), é Badb que fará com que o fim do tempo terrestre, fazendo com que o grande caldeirão ferva, envolvendo o planeta em um terreno baldio grande.

Badb é a deusa irlandesa da guerra. Junto com suas irmãs Macha e Morrigan, ela constitui a Deusa Tríplice conhecida como a The Morrigan.Todos as três podem assumir a forma de corvos ou corvos, e iria voar sobre os campos de batalha, escolhendo quem iria morrer e que iria viver. Eles, então, tomar as almas dos defuntos em suas asas negras, voando-los para o Outro Mundo. Badb, às vezes, tomar parte nas batalhas si mesma, geralmente sob a forma de um lobo. Ela tinha o poder de causar confusão nos soldados adversários e coragem para aqueles em seu próprio lado.

Badb, Macha, e Morrigan são as filhas de Ernmas, uma deusa mãe irlandesa, e Delbaeth, Alto Rei da Irlanda. Eles também são as irmãs de outro três deusas: Banba , Eriu e Fódla , deusas da soberania irlandesa. Enquanto as últimas três deusas incorporam a soberania da Irlanda, as três ex-protegidas o fazem por meio da guerra, e também pela vida. Badb diz-se ter um caldeirão semelhante ao do Cymidei Cymeinfoll, na medida em que pode proporcionar vida para aqueles que morreram. A lenda diz que Badb fará com que o fim do mundo algum dia, quando ela deixa o caldeirão ferver mais e inundar o mundo.

Badb nome foi traduzido como "corvo" ou "fervendo", ambos os quais se encaixa em sua mitologia. Variações de seu nome incluem Badhbh ,Bave , Baobh , Badhbh Chaointe ("corvo choro"), e Badb Catha("corvo de batalha"), e ela era conhecida na Gália como Cathubodua ,Cathubodva , Catubodua , ou Bodva Cauth . 



Na mitologia irlandesa, Badb (/baðβ/ "corvo" em irlandês antigo; irlandês moderno Badhbh /bəiv/ significando "abutre") era uma deusa da guerra que assumia a forma de um corvo, e era assim por vezes denominada Badb Catha (corvo de batalha). Frequentemente causava confusão entre os soldados ao fazer a batalha pender para seu lado favorito. A ilha Boa recebeu seu nome por causa desta deusa.
Campos de batalha eram chamados de a terra de Badb, e com frequência era dito que Badb aparecia neles sob a forma de um corvo ou de um lobo. Badb é associada à beansidhe, e diz-se que foi crucial na batalha contra os fomorianos.
Badbs também eram as vítimas de sacrifícios. Em The Destruction of Da Derga's Hostel, entre os quartos da hospedaria e seus moradores observados por Lomna Druth, filho de Donn Desa, o qual informa à Fer Rogain que depois dos quartos dos cavalariços, juízes, conjuradores e satiristas, vinha o Quarto dos Badbs:

Observei um trio, nu, pendendo do telhado da casa: jatos de sangue irrompendo deles e as cordas do morticínio em seus pescoços.' 'Destes eu sei,' disse ele, 'três .. . de horrível presságio. Aqueles são os três que são assassinados todas as vezes.'"
No registro mitológico da segunda batalha de Mag Tuired, onde os Tuatha Dé Danann derrotaram os fomorianos, foi dito que Badb recitou a seguinte profecia sobre o fim do mundo:

Verão sem flores,
gado sem leite,
mulheres sem modéstia,
homens sem valor;
cativos sem um rei,
bosques sem nozes,
mar sem frutos
— (Ó Cuív 37)
Com suas irmãs, Macha e Morrígan, constituía uma tríade de deusas guerreiras filhas da deusa-mãe, Ernmas. De acordo com Seathrún Céitinn, Badb era venerada por Ériu, de quem ela pode ser vista como equivalente. Às vezes ela é citada como esposa de Neit, e pode ser equivalente de Nemain, esposa habitual de Neit. Todavia, é dito que Nemain e Badb tinham pais diferentes, o que é um argumento a favor de sua separação enquanto personagens: Badb é descrita como uma das três filhas de Delbaeth, filho de Neid enquanto é dito que Nemain era filha de Elcmar do Brugh (Newgrange, próximo do Boyne), que ra filho de Delbaeth, filho de Ogma, filho de Elatan.
Provavelmente, ela está relacionada à deidade gaulesa Catubodua, conhecida por uma inscrição em Haute Savoie, na França oriental.
Badb não deve ser confundida com Bodb, uma divindade masculina.

Etimologia
Indicando variantes tais como o irlandês badhbh ‘corvo, fada, megera’, irlandês antigo badb, ‘corvo, demônio’, Badba, galês bod, ‘milhafre’, o nome gaulês Bodv-, em Bodvo-gnatus e o nome galês Bodnod, Macbain (1982) sugere *bodwā- como a forma ancestral proto-céltica. Todavia, Julius Pokorny (1959:203) sugere *badwā- com base em dados semelhantes. Both MacBain (1982) e Julius Pokorny (1959:203) correlacionam o elemento com o norueguês böð, genitivo boðvar, ‘guerra,’ e o anglo-saxão beadu, genitivo beadwe, ‘batalha’, sugerindo que a palavra originalmente simbolizava ‘batalha’ ou ‘contenda.’ Julius Pokorny (1959:203) apresenta o elemento como uma forma estendida da raiz proto-indo-européia *bhedh- ‘furar, cavar’. A esta raiz Pokorny também vincula o sânscrito bádhate, ‘oprimir’, e o lituano bádas, ‘fome’.

O que Badb personifica
W. M. Hennessy argumenta que a palavra bodb ou badb originalmente significava raiva, fúria ou violência, e veio a significar uma bruxa, fada ou deusa, representada no folclore por um corvo. No Irish Dictionary de Peter O'Connell (1819) define Badb como uma "bean-sidhe, uma fada, fantasma ou espectro, que supostamente vinculava-se a certas famílias, e que apareciam às vezes sob a forma de corvos" e badb-catha como "Fionog, um tipo de corvo". Outras entradas referem-se à sua tripla natureza: "Macha, isto é, um corvo; Morrighain, a grande fada; Neamhan, ou seja,Badb catha nó feannóg; uma badb catha, ou corvo."

Na cultura popular
Badb, juntamente com Macha e Morrígan, é mencionada na canção "Celtic Crows" de Nebelhexë, onde ela é incorretamente citada como "Babh Catha".
Badb aparece também no mangá Shaman King, sendo um espírito com poderes relativos ao gelo.


[Texto mixado e finalizado com partes do Wikipedia]

Macha - A Deusa dos Cavalos

Link

Macha, cujo dia de sua comemoração é o 8 de maio, é uma Deusa com a qual tenho forte ligação mas pouco contato. É a irmã mais velha de Morrigan, minha matrona, mas também é uma Deusa antiga pré-céltica que, aparentemente, teve três encarnações: a primeira anterior aos celtas, a segunda como a irmã de Morrigan, vida que a levou a compor a tríplice Morrigù juntamente com suas irmãs Morrigan e Badb; e, por fim, a vida em que apareceu como uma Dama do Lago a um fazendeiro.

Macha, também chamada de Epona, é Deusa dos cavalos, da fertilidade, da destruição, da morte, do governo e da guerra. Ela pode se apresentar tanto numa face doce e maternal quanto destruidora e temida, por isso muitos costumam se relacionar pouco com ela. Mas ela foi muito adorada por quase toda a Europa como uma Grande Mãe-Terra, que pode te abençoar como o verdor da primavera ou te destruir como o frio da neve no inverno.

Vou fazer um compilado de dois textos a respeito de Macha, o segundo é traduzido pelo translate do google para o português.


[Primeiro texto: por Jani Farrel]

Na antiguidade, época do renascer da agricultura, a imagem divina era feminina, ligada normalmente a colheita e fertilidade. Em Ulster esta deusa era conhecida como Macha. Macha também era o sol, aquecendo a terra, fazendo-a fértil, trazendo alimento a mesa. Em outros lugares a deusa da agricultura era Epona.

"Macha irradia uma aura de paz e satisfação plácida. Ela é guardiã da lareira, e como tal é a patrona e protetora da vida doméstica e da estabilidade. O simbolismo sagrado da lareira e do fogo opera em diversos níveis na tradição irlandesa - nas práticas legais dos celtas insulares, a manutenção de uma chama doméstica era parte essencial do ritual pelo qual a posse da terra era reclamada, e em tempos modernos era costume, ao menos em algumas áreas da Irlanda, que a sogra da noiva lhe passasse o atiçador e a convidasse para regular o fogo na lareira."


Citação:
Proinsias MacCana, The Celtic Consciousness

A Deusa Macha é uma deusa pré-céltica associada com Morrígan, a formidável deusa da guerra, da morte e da sensualidade, Macha é uma das três faces das Morrígans.
Seu pai era o "Aed, o vermelho" e sua mãe era Ernmas (druida feminina).
Macha foi esposa de Nemed e consorte de Nuada, chamada de "Mulher do Sol". Ancestral do Galho Vermelho, é a Rainha da Irlanda, filha de Ernmas e neta de Net. Seu corpo é o de um atleta e seus símbolos são o cavalo e o corvo.
Macha está presente no "Livro das Invasões" quanto nas lendas do Ciclo de Ulster. Esta deusa é uma deidade tipicamente celta, pois em dado momento ela parece ser suave e generosa, para em outro se transformar numa terrível mulher guerreira.
Crunniuc era um viúvo, proprietário de algumas terras no norte da Irlanda. Certa feita, sentado no salão de seu palácio, viu à distância uma mulher caminhando em sua direção. Já de longe ele percebera que se tratava de uma belíssima mulher. Ela entrou na sua casa e começou a organizar roupas, alimentos e mobílias, deu ordem aos seus empregados, como se sempre estivesse ali. Fez um excelente jantar e o convidou para mesa, após isto convidou-o para se deitar. Crunniuc já deitado, observou a bela mulher percorrer o quarto no sentido horário e deitar-se na cama, os dois fizeram amor.
Chegou a época das festividades do rei de Ulster e todos os nobres deveriam participar, e ao se despedir de sua mulher, esta o alertou "não digas nada de que possa se arrepender" ele afirmando a cabeça disse que nada falaria..

No festival, no momento que os cavalos do rei corriam e todos apostavam nas corridas, muitos comentavam "Não existem cavalos mais rápidos do que os do rei", "Nada pode derrotá-los em corrida". Movido pela embriaguez, Crunniuc se levanta e grita: "Minha mulher corre muito mais rápido que estes cavalos". Rapidamente foi levado a presença do rei, para cumprir o desafio. Macha foi trazida por mensageiros e lamentava "Uma grande desgraça se abate sobre mim, que tenho que, grávida, ir libertar aquele fanfarrão embriagado" Enquanto ela se aproximava as contrações iam se intensificando, ela pediu ao rei clemência, pois seria muito arriscado correr em tão avançado estado. Movido pela embriaguez muitos acharam até divertido e não ouviram seus apelos.

Macha, dada a largada, ganha sem dificuldades. Mas tão logo cruzou a linha de chegada, lança um tremendo grito que causou arrepios aos mais valentes guerreiros e em seguida ali mesmo na pista de corrida da a luz a gêmeos.

Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."

O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Chegou a época das festividades do rei de Ulster e todos os nobres deveriam participar, e ao se despedir de sua mulher, esta o alertou "não digas nada de que possa se arrepender" ele afirmando a cabeça disse que nada falaria..
No festival, no momento que os cavalos do rei corriam e todos apostavam nas corridas, muitos comentavam "Não existem cavalos mais rápidos do que os do rei", "Nada pode derrotá-los em corrida". Movido pela embriaguez, Crunniuc se levanta e grita: "Minha mulher corre muito mais rápido que estes cavalos". Rapidamente foi levado a presença do rei, para cumprir o desafio. Macha foi trazida por mensageiros e lamentava "Uma grande desgraça se abate sobre mim, que tenho que, grávida, ir libertar aquele fanfarrão embriagado" Enquanto ela se aproximava as contrações iam se intensificando, ela pediu ao rei clemência, pois seria muito arriscado correr em tão avançado estado. Movido pela embriaguez muitos acharam até divertido e não ouviram seus apelos.

Macha, dada a largada, ganha sem dificuldades. Mas tão logo cruzou a linha de chegada, lança um tremendo grito que causou arrepios aos mais valentes guerreiros e em seguida ali mesmo na pista de corrida da a luz a gêmeos.

Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."

O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
No festival, no momento que os cavalos do rei corriam e todos apostavam nas corridas, muitos comentavam "Não existem cavalos mais rápidos do que os do rei", "Nada pode derrotá-los em corrida". Movido pela embriaguez, Crunniuc se levanta e grita: "Minha mulher corre muito mais rápido que estes cavalos". Rapidamente foi levado a presença do rei, para cumprir o desafio. Macha foi trazida por mensageiros e lamentava "Uma grande desgraça se abate sobre mim, que tenho que, grávida, ir libertar aquele fanfarrão embriagado" Enquanto ela se aproximava as contrações iam se intensificando, ela pediu ao rei clemência, pois seria muito arriscado correr em tão avançado estado. Movido pela embriaguez muitos acharam até divertido e não ouviram seus apelos.
Macha, dada a largada, ganha sem dificuldades. Mas tão logo cruzou a linha de chegada, lança um tremendo grito que causou arrepios aos mais valentes guerreiros e em seguida ali mesmo na pista de corrida da a luz a gêmeos.

Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."

O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Macha, dada a largada, ganha sem dificuldades. Mas tão logo cruzou a linha de chegada, lança um tremendo grito que causou arrepios aos mais valentes guerreiros e em seguida ali mesmo na pista de corrida da a luz a gêmeos.
Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."

O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."
O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").
E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.
Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.
Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Como deusa protetora dos eqüinos e apaixonada por seu marido, ela multiplicou-os de maneira assombrosa e passava as manhãs correndo e competindo com eles pelos prados. Neste período, Crunniuc prosperou como nunca, e recebeu o reconhecimento dos outros nobres da região. Aparentemente, a mulher, cujo nome ela o instruíra a jamais perguntar, trouxera-lhe boa fortuna. E, logo em seguida Macha fica grávida.

Macha é uma deusa de muitas faces e aspectos, mas que não é tão conhecido em profundidade. Ela é uma deusa da Irlanda e, apesar de suas partes na mitologia estão espalhados, eles oferecem-nos uma visão rica de seus muitos atributos. Talvez o mais conhecido dos contos de Macha Na mitologia irlandesa é a corrida contra o rei dos cavalos de Ulster.

O conto nos vem o épico irlandês, Tain Bo Cúailnge. 1 Um dia, uma mulher bonita veio através dos bosques para a casa de Crunniuc mac Agnomain, que era viúvo. A mulher entrou em sua casa, colocá-lo em direitos e que a noite levou Crunniuc para a cama. Enquanto residido a família não conhecia quiser. E aconteceu que a mulher cresceu muito com a criança. Durante este tempo, Crunniuc se preparavam para sair para a feira. Antes de sair, a mulher lembrou-lhe que seria melhor não falar em orgulho ou descuido. 

Durante as corridas na feira foi muito cedo que Crunniuc esqueci as palavras de sua esposa e quando a multidão exclamou ninguém poderia bater os cavalos do rei, ele respondeu que sua esposa podia. Na descrença a multidão exigiu que Crunniuc provar o seu pedido e assim que um mensageiro foi enviado para sua esposa. Após a sua chegada, ela implorou com a multidão a esperar até que ela tinha entregue. Incisão, enquanto a multidão era, eles teriam nada disso. Eles a trouxeram diante do rei e ele perguntou de seu nome.

O Tain registra sua resposta: "Meu nome eo nome da minha descendência será dado a este lugar. Eu sou Macha, filha de Sainrith mac Imbaith ". 

Com isso, ela se alinharam ao lado carruagem do Rei e cavalos ea corrida foi iniciada. À medida que o carro atingido o fim do campo, Macha deu origem ao lado dele. No meio do parto Macha amaldiçoou todos os que podiam ouvir a voz dela que eles iriam sofrer as dores do parto, durante cinco dias e quatro noites durante a época de sua maior necessidade.Macha, em seguida, entregou uma menina e um menino. O nome desta terra se tornou conhecido como Emain Macha ou seja, os gêmeos de Macha ea maldição foi há nove gerações entre os homens de Ulster. 

Diz-se que o menino correu para o mar. Isso é curioso como Macha é também conhecido como "A Filha do Mar". 2 Traz-nos a perguntar se o mar está sendo falado metaforicamente para indicar um dos outros mundos. Esta terminologia poderia ser usado para indicar que o filho morreu imediatamente após o nascimento. Algumas versões do conto também indicam que Macha e seus filhos gêmeos morreu no parto, que pode metaforicamente falar com Macha e seus filhos que regressam ao Outro.

Essa imagem eo conto também para amarrar associação Macha como uma deusa do cavalo. Daí sua capacidade de superar os cavalos do rei, mas menos um empate diretamente possível à sua natureza aquosa. Imagery muitas vezes irá mostrar cavalos entre as ondas como eles 'galope' para a praia.

O conto de Macha correr os cavalos e amaldiçoando os homens de Ulster não é o único laço entre ela e a capital pagã do Ulster  , Emain Macha. Há também o conto de Macha, o Vermelho.  Neste conto, Macha era filha de Aed, um dos três reis que se revezavam no poder. Quando morreu Aed Macha subiu para tomar o seu lugar no trono. Dithorba e Cimbieth objecções a esta forma Macha desafiou-os para a batalha. Macha derrotou os outros dois reis e assim veio a governar, não apenas a herança, mas pela conquista. Ele veio para que Dithorba morreu e seus filhos subiu para desafiar Macha. Na noite do conto os cinco filhos de Dithorba estavam sentados ao redor do fogo.

Neste ponto, o conto é diferente, que eu acredito que é dependente da forma como "Cailleach" a palavra é definida. Deuses e Heróis dos celtas por Marie-Louise Sjoestedt nos diz que Macha veio sobre os homens como uma mulher bonita, como Cailleach é traduzido aqui como "a deusa local". 4 Outras versões da lista de conto que Ela veio sobre eles como um bruxa ou leproso que poderia ser resultante de uma associação pejorativa de uma anciã, que Cailleach também é traduzida como, talvez uma definição mais moderna para desacreditar o original.

O conto continua que, neste disfarce Ela usou suas artimanhas sexuais para atrair os homens, em ordem do mais jovem ao mais antigo, longe dos outros e na floresta, onde os ligava por sua magia. Assim, é dito que Ela os prendeu por Sua magia e ensinou-lhes por sua magia. Depois os filhos de Dithorba construiu o templo forte em Emain Macha, onde permaneceram a serviço da "Deusa Poderoso" para o resto de suas vidas. 

Emain Macha não é o único local na Irlanda com o nome e um conto de Macha. Há também a "Planície de Macha" e do "Colina de Macha". 4 Talvez seja desta que a idéia de Macha como um grupo de deusas surge. Em "Deuses e Heróis dos celtas", Marie-Louise Sjoestedt lista Macha como um grupo de deusas que eram sazonais Matronas das grandes festas e os locais sagrados foram realizadas em cima. 

Há também um conto de Macha trabalhar com a terra quando o povo chegou pela primeira vez à Irlanda. Diz-se que a terra estava tão densamente arborizada que as pessoas não podiam cultivar alimentos e os animais não podiam pastar. Macha veio com seu machado grande e limpa a terra para o povo. Isto está mais Macha para as florestas como também foi nas florestas que ela atou os filhos de Dithorba.

Este conto e todas essas áreas de terra com o nome de Macha e as indicações sazonais nos trazer a Macha como deusa da terra e da Deusa da Soberania. Estes aspectos também podem ser vistos no desembolso de Emain Macha, que se baseia pino Macha do manto. Nicholas R. Mann promove esta associação no Magic Druid onde ele descreve um sonho que o leva ao conhecimento que se o centro sagrado de Pagan Ulster, Emain Macha, baseia-se pino Macha do broche, em seguida, as árvores ea paisagem da Irlanda serviria como seu manto. Para mim, isso reforça ainda mais Emain Macha como centro espiritual e político do Pagan Ulster. A terra sagrada seria seu manto da soberania a partir da qual o governante escolhido levaria os povos. Sendo que os líderes já declarou o seu papel na forte ligação com a terra e sua soberania, isso parece fazer Macha parte integrante da paisagem, os governantes eo povo, bem como fazendo conexões com a fertilidade da terra. Essas idéias também nos levar de volta a sua associação como uma Deusa do cavalo como o cavalo carrega um forte vínculo com a soberania para os povos celtas. 

Talvez o atributo mais bem conhecido de Macha é como uma parte do Morrighan. É dentro deste grupo que Macha é conhecido como um da Batalha deusas dos Tuatha De Danann.3 É interessante notar que neste grupo as habilidades mágicas de Macha vir para a frente novamente. Diz-se que como parte da Macha Morrighan utilizado nenhuma arma, apenas magia ela. Muitas vezes Macha é visto como o aspecto Mãe da Morrighan embora Ela também foi vista como uma velha por suas ações. Um deles está guardando o machae mesred , que espiritualidade celta da Mulher, Acessando o Caldeirão da Vida por Edain McCoy explica como a porta pilares em cima ", que as cabeças decepadas de guerreiros conquistados foram exibidos" na fortaleza Ulster dos guerreiros Ramo Vermelho, Emain Macha . Essa imagem é ainda exercida nos Mastros de Macha, que é um dos termos usados ​​para se referir aos chefes sobre o campo de batalha que pertencia a Macha. Esta terminologia também coloca-la no reino da velha como aquele que orienta os mortos para o Outro Mundo.

Há também especulações de que como o Morrighan, Macha é uma triplicado e é, na verdade, a Macha. 8 Talvez como vimos a mãe e os aspectos Crone de Macha, não é uma donzela, assim tornando-a uma deusa tríplice.

Olhando para todos esses atributos e aspectos, é minha opinião que Macha era uma deusa muito importante para os povos antigos da Irlanda em Ulster. Talvez a razão por que Ela não é mencionada nos textos mais não é por causa da obscuridade, mas porque os contos foram escritos durante ou após a mudança de atitudes das pessoas. Novos pontos de vista que foram tirá-los de Macha, Deusa da Terra, Soberania, fertilidade, morte e para diferentes deusas e deuses mais que correspondem as atitudes dos tempos. Talvez, então, pode-se dizer que Macha existia antes os celtas; nativa da terra. Os mitos falam-nos de diferentes grupos de povos a habitar a terra da Irlanda. O Tuatha De Danann estavam entre os primeiros e é dito que eles foram para a clandestinidade, para as colinas, e / ou o Outro como habitantes sucessivas chegou. Macha é conhecida como a Deusa do Tuatha De Danann então talvez Ela também foi para esses locais mais recluso com o seu povo. No meu trabalho pessoal com ela, Macha parece exibir todos esses atributos gerais e muito mais. Eu acredito que ela é uma Deusa que tem muitos aspectos que foram esquecidos na passagem do tempo, apenas alguns que foram ainda lembrados quando sua história foi realmente escrito.

ORAÇÃO DE MACHA:

“Macha me proteja embora eu possa temer. 
Ajude-me como batalhar pela morte de partes de mim que devo deixar ir. 
Você pode vir rapidamente com sua foice e espada para tirar o velho. 
Que o Teu machado limpe a terra para começar o plantio de novo. 
Ajuda-me a ver que a morte é apenas uma transformação que conduz ao renascimento e nova vida. 

“Macha me ajude a ser soberano de mim mesmo. 
Ajuda-me a me levantar para o que é certo, mantendo compaixão. 
Que eu possa realizar minha autocapacitação, sem cair em armadilhas prepotentes. 

“Macha, dai-me visão para ver o que está dentro. 
Que sua sabedoria esteja comigo em tudo o que eu faça. 
Ajuda-me em minhas transformações para ser mais eu mesmo
E ainda para ser mais como você. 

“O seu louvor está em meus lábios. 
Sua beleza é vista diante dos meus olhos. 
Nossa gratidão a você infla meu coração. 
Deusa maravilhosa, eu te amo.” 



BÊNÇÃO DE MACHA:

“Que eu seja rápido como cavalos de Macha. 
Que eu seja sempre bem-vindo em Seu salão. 
Que eu possa aprender a sabedoria nos contos de Macha 
E que eu passe para a batalha com ela ao lado. 

“Que a minha terra floresça frutuosamente. 
E eu encontre prosperidade em tudo que eu faça. 
Que eu possa aprender a magia de Macha 
E ver com a luz de seu conhecimento. 

“A beleza da donzela Macha esteja comigo. 
O abraço da mãe gentil Macha esteja comigo. 
E que, quando a morte vier, 
possa a rapidez da velha Macha guiar-me certeiramente. 

“Que eu possa dançar com Ela em abundância. 
Que eu possa dançar com Ela em transformação. 
Que eu possa dançar com Ela em beleza. 
Que eu possa dançar com Ela no amor.” 


[Textos retirados dos sites: Ravus Phoenix - blog interno - & Order of the White Moon]

Danann - A Deusa Mãe

Link


Essa é mais uma de minhas queridas Deusas. Danann - Dana, Danann, Danù / Ana, Anann, Anù / Don - é a grande Deusa Mãe celta. Mesmo por outros nomes, Ela é reverenciada em todo território celta e até mesmo entre os romanos. Segundo a lenda, Ela foi a responsável pela peregrinação dos celtas até a Irlanda, povoando as terras por onde passavam. Também foi conhecida por ensinar ao povo e mesmo aos sacerdotes, a respeito dos ancestrais, do mundo desconhecido e de seres antigos e poderosos (Deuses), levando os celtas a, em seguida, endeusá-la, instituindo um novo momento em sua religiosidade: saindo do totemismo e do panteísmo para o culto aos Deuses, colocando Danann como a suprema Deusa Mãe e Rainha dos Deuses ao lado de Dagda, seu consorte. Mas Danann também ensinou aos celtas sobre os Deuses mais antigos e anteriores a Ela, como Cailleach e Macha.

Por fim, Danann está associada à terra, fertilidade a chuva.


Segundo a cultura celta, Dana nasceu em um Clã de Dançarinos que viviam ao longo do rio Alu. Seu nome foi escolhido por sua avó, Kaila, Sacerdotisa do Clã. Foi ela que sonhou com uma barca carregando seu povo por mares e rios até chegarem a uma ilha, onde deveria construir um Templo, para que a paz e a abundância fossem asseguradas. Ao despertar, Danu relatou seu sonho ao conselho e a grande viagem começou então a ser planejada.

Também conhecida como Danu, é a maior Deusa Mãe da mitologia celta. Seu nome "Dan", significa conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a deusa Don, enquanto que outras fontes equipararam-na à deusa Anu. Na Ibéria, a divindade suprema do panteão celta é considerada a senhora da luz e do fogo. Era ela que garantia a proteção e a justiça. Dana ou Danu também é conhecida por outros nomes: Almha, Becuma, Birog, ou Buan-ann, de acordo com o lugar de seu culto. 

Um antigo “feitiço” celta mandava congelar uma moeda, fazendo um encantamento para proteger os ganhos e evitar os gastos. Dizem que funcionava. 

Os descendentes da Dana e seu consorte Bilé (Beli) eram conhecidos como os "Tuatha Dé Dannan" (povo descendente da Deusa Dana, reverenciados pelos Celtas), uma variação nórdica de Diana, que era adorada em bosques de carvalhos sagrados. O nome "Dana"é derivado da Palavra Céltica Dannuia ou Dannia.

A ligação dos Celtas para com sua Deusa Dana era muito intensa, basta verificar o nome dado ao rio onde a civilização Celta se desenvolveu: Danúbio. A ligação Celta com o vale do rio Danúbio também é expressa em seu nome original. "Os filhos de Danu", ou "Os filhos de Don".

Dana é irmã de Math, seu filho é Gwydion, sua filha é Arianrhod, que tem dois filhos, Dylan e Llew. Os dois outros filhos de Dana são Gobannon e Nudd.

Dana era considerada a Mãe dos Deuses, depois de ter lhes dado seu nome. Há várias interpretações do seu nome, sendo que uma delas é "Terra Molhada" e o mais poética, "Água do Céu".

Danu é uma das Deae Matronae da Irlanda e a Deusa da fertilidade. Seu símbolo mágico é um bastão.

Embora prefira não fazer referências ao cristianismo, aqui é preciso abrir uma exceção, já que a figura mística de Dana foi cristianizado na figura de Santa Ana, mãe da Virgem Maria, pois sua existência é proveniente de uma antiga divindade indo-européia. Também é conhecida na Índia com o nome de "Ana Purna" e em Roma toma o nome de "Anna Perenna".

Cerridwen - A Deusa da Sabedoria

(link)

Essa postagem vai em homenagem a minha querida Cerridwëen, Deusa celta da sabedoria, mãe de Cernunnos e também, futuramente, mãe divina de Taliesin, Baulemar Merlini, o Merlin da Bretanha (mais conhecido como Merlin).

Essa é uma Deusa Tríplice, mas comumente associada ao aspecto ancião, à Lua Minguante. Essa Deusa é uma encantadora e incrível amiga, sempre presente nas horas que mais precisamos, sempre pronta a ouvir, aconselhar, ensinar e confortar.

Faço a seguir uma mixagem de dois textos (de duas fontes) a respeito dessa Deusa, mas adianto que ela aparece em dois momentos da mitologia: um primeiro vivendo entre os homens e mãe de Cernunnos. Muito tempo depois, ela ressurge como mãe de Taliesin. Mostrando duas mitologias encorporadas e assim os textos abaixo, principalmente polarizados na segunda passagem da Deusa, vão fazer um resumo e mescla dessas duas mitologias a respeito de Cerridwëen.



Uma deusa tríplice – a donzela, a mãe e a mulher idosa, cujo animal totêmico é uma grande porca branca.
Deusa do panteão galês, sendo chamada de Grande Mãe e a Senhora. Deusa da natureza. Tem forte ligação com a Lua, a inspiração, a poesia, a profecia, a mudança de forma e a vida e a morte.
Cerridwen era esposa do gigante Tegid com quem teve dois filhos, uma linda donzela, Creirwy e outro era um rapaz feio, Avagdu. Como queria que o rapaz feio tivesse algo de seu, ela fez para ele uma porção mágica. Demorou um ano, e um dia para terminar de fazer a poção, que se destinava a torná-lo inspirado e brilhante. Ela ordenou que Gwion, seu assistente, tomasse conta da poção e o advertiu para não bebê-la. Acidentalmente, algumas gotas da poção espirraram na mão de Gwion, e ele levou a mão à boca. Instantaneamente, ele sabia tudo, até mesmo que Cerridwen tentaria mata-lo. Ele fugiu e ela foi atrás dele. Depois de muitas mudanças de forma, Gwion foi engolido por Cerridwen, que deu à luz nove meses depois.
Cerridwen é ainda a deusa da morte, da fertilidade, da regeneração, da inspiração, da magia, da astrologia, das ervas, da poesia, dos encantamentos e do conhecimento.


Para os galeses, Cerridwen é uma Deusa Tríplice (donzela, mãe e mulher idosa), cujo animal totêmico é uma grande porca branca. Ela é a mãe que conserva todos os poderes da sabedoria e do conhecimento. É ao mesmo tempo Deusa parteira e dos mortos, pois o mesmo poder que leva as almas para a morte, traz a vida. De seu ventre parte toda a vida e a vida provém da morte. Do interior de seu caldeirão emanam porções, com as quais Cerridwen comanda a sincronicidade de todo o Universo e intervém nos assuntos humanos para auxiliar seus adoradores.
Seu aspecto caracterizado em corpo de uma velha, representa o conhecimento de todos os mistérios que só a idade e a experiência podem proporcionar. Ela é a Deusa que devemos reverenciar nos momentos de dificuldades e anulação de qualquer tipo de malefício. Ela é a Deusa do caos e da paz, da harmonia e da desarmonia.
Deusa da lua, dos grãos, da natureza. A porca branca comedora de cadáveres representando a Lua. Associa-se a morte, a fertilidade, a inspiração, a astrologia, as ervas, os encantamentos, o conhecimento...
Conta-se que Cerridwen, com a bebida de seu caldeirão transformava um homem comum em um rei. Sua história vem do País de Gales medieval e se encontra escrita em "The Mabinogi (1977) de Patrick K. Ford. Cerridwen, viveu à margem de Llyn (lago), casada com Tegid Foel,com quem teve dois filhos. Um era belo, mas o outro muito feio, chamado de "Morfran" (grande corvo). Pensou então que o único remédio contra esta adversidade, seria torná-lo sábio. Para tanto, ela juntou ervas e fez para ele uma poção mágica. Demorou um ano e um dia para terminar a tal poção. Gwyon Bach, seu assistente estava encarregado de vigiar o fogo e a poção, mas foi advertido para não bebê-la. Entretanto, quando três gotas a poção saltaram do caldeirão, Gwyon empurra o filho de Cerridwen e as bebe. Instantaneamente, ele possuía a sabedoria do mundo, sabia até mesmo que Cerridwen tinha a intenção de matá-lo. Ele fugiu e ela foi atrás dele, no que se chamou de "Caçada Mágica".
Gwyon transformou-se em uma lebre e Cerridwen em um cão, transformou-se então em um salmão e ela em uma lontra. Por último transforma-se em um grão de trigo, mas a Deusa em corpo de uma galinha o come. Nove meses mais tarde Cerridwen deu à luz em Taliesin, o maior dos Trovadores Celtas. Depois de tê-lo em seu seio, não conseguiu mais matá-lo. Ela então o coloca dentro de um saco de pele e introduzindo-o dentro de uma pequena barca, que fica a deriva sobre as ondas.
Elphin, filho de um rico proprietário de terras, salvou o bebê e lhe deu o nome de Taliesin (semblante radiante). A criança reteve todo o conhecimento e sabedoria adquiridos pela poção e tornou-se um importante e talentoso Bardo.

[Texto mixado dos sites: Olhos de Bastet & Encanto da Bruxa]

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Brigid - Parte II - A Deusa do Fogo

(link)

[Veja a primeira postagem sobre essa Deusa]

[Texto de  autor desconhecido. Original em inglês, traduzido pelo Google Translate.]

Brigid , a deusa celta do fogo (a forja e do lar), a poesia, a cura, ao parto e unidade, é comemorado em muitos países europeus.Ela é conhecida por muitos nomes, incluindo a de Santa Brígida, que é, talvez, a figura mais poderosa religiosa na história da Irlanda.

Aqui vamos relacionar os mitos da deusa Brigid. As lendas de Santa Brígida são igualmente convincentes, e você pode usar este link para lê-los. Brigid papel como uma Deusa Tríplice antiga ea questão da existência ou não de Saint Brigid era na verdade uma mulher mortais pode ser encontrado em:


Nascida no exato momento do amanhecer, Brigid subiu ao céu com o sol, os raios de fogo radiante de sua cabeça. Ela era filha de Dagda, o grande "deus-pai" da Irlanda.

Na mitologia druida, a deusa bebê foi alimentado com leite de uma vaca sagrada do Outro Mundo. Brigid possuía um pomar de maçãs no Outro Mundo e suas abelhas traria seu néctar mágico de volta à Terra.
Diz-se que onde quer que ela caminhava, flores pequenas e os trevos iria aparecer. Como uma deusa do sol são os seus dons de luz (conhecimento), a inspiração ea energia vital e cura do sol.

Brigid se tornou a esposa de Bres , um rei irlandês. Juntos, eles produziram três filhos, cada um deles se tornou um famoso guerreiro.Brigid e seu marido veio de duas tribos em guerra e esperava que o casamento iria acabar com a inimizade entre seus parentes.

Infelizmente, isso não aconteceu. Mas, como se vê, o campo de batalha a morte de seu filho Ruadan garantiu papel de Brigid como uma deusa da paz e unidade. Uma grande batalha entre as duas famílias estava prestes a começar.

O filho mais velho Brigid, usando o conhecimento de metalsmithing que ele havia aprendido de sua mãe, desferiu o primeiro golpe, matando o ferreiro do exército inimigo. Mas, como o guerreiro caiu no chão, ele conseguiu um último golpe antes de morrer e Ruandan também foi morto.
Brigid tristeza foi enorme - para o ódio constante entre os dois lados de sua família e para a morte de seu filho. Seus lamentos eram tão altos que eles foram ouvidos em toda a Irlanda e assim de cortar o coração que ambos os lados deixaram a batalha e forjou uma paz. A deusa Brigid diz-se que originou a prática de "lamento".
Ela também é creditado com a invenção de assobiar, que ela usou para chamar seus amigos para seu lado.
Eventualmente, o amor e respeito pela deusa Brigid unidade trouxe para os celtas, que foram espalhados por toda a Europa.Apesar de suas diferenças, todos eles concordaram sobre a sua bondade e compaixão.

Um dos contos mais populares da deusa Brigid envolveu dois leprosos que apareceram em seu poço sagrado em Kildare e pediu para ser curado. Ela disse que eles foram tomar banho uns aos outros até que a pele curada.
Após o primeiro deles foi curado, ele sentia apenas repulsa pelo outro e não tocá-lo para banhá-lo. Irritado, Brigid causou sua lepra para retornar. Então ela gentilmente colocou seu manto (manto) em todo o leproso outro que foi imediatamente curada.
A Irlanda é cheia de nascentes e poços nomeado após a deusa Brigid. Simbolicamente, a água é vista como um portal para o Outro Mundo e como uma fonte de sabedoria e cura.
Há um ditado que diz que as recompensas Brigid nenhuma oferenda para ela, então oferendas de moedas foram muitas vezes jogou em seus poços ... o precursor do costume moderno de lançar uma moeda de um centavo em uma fonte, enquanto você faz um desejo.

Em seu Brigid santuário mais famoso ensinou os seres humanos como coletar e usar ervas por suas propriedades curativas, como cuidar de seu gado, e como forjar o ferro em ferramentas.Como uma deusa do parto e protetor de todas as crianças, ela é a padroeira das parteiras. 
Este santuário, perto de Kildare, foi localizado perto de um carvalho antigo, que era considerado sagrado pelos druidas, tão sagrados no fato de que ninguém foi autorizado a levar uma arma lá.
O santuário é acreditado para ter sido um antigo colégio de sacerdotisas que estavam comprometidos com trinta anos de serviço, após o que eles eram livres para sair e casar.

Durante seus primeiros dez anos, eles receberam treinamento, os dez seguintes foram gastos cuidar dos poços sagrados, bosques e colinas da deusa Brigid, e na última década foi gasto em ensinar os outros.
Dezenove sacerdotisas foram designados para cuidar da chama eterna do fogo sagrado de Brigid. Cada um foi atribuído a manter as chamas vivo durante um dia. No vigésimo dia, a deusa Brigid se manteve o fogo aceso.
A deusa Brigid também foi reverenciado como a deusa irlandesa da poesia e da música. Conhecido pela sua hospitalidade aos poetas, músicos e estudiosos, ela é conhecida como a musa da poesia irlandesa.

O mosteiro cristão, eventualmente, construída sobre o local de seu santuário sagrado continuou esta tradição e se tornou conhecido como um grande centro europeu de aprendizagem e cultura. De fato, foi instrumental na preservação de aprendizagem muito antiga e literatura durante a Idade das Trevas.

O dia da festa de Brigid, conhecido como Imbolc, é comemorado no início de fevereiro, no meio do inverno. Como a própria deusa, que se destina a dar-nos esperança, para nos lembrar que a primavera está a caminho.
As lições dessa deusa complexa e muito amada são muitas.
A deusa celta Brigid nos empresta sua criatividade e inspiração, mas também nos lembra de manter nossas tradições vivas e inteiro. Estes são dons que pode sustentar-nos por qualquer circunstância.
Seu fogo é a centelha de vida.

[Texto retirado e traduzido do site Goddess Gift]