sexta-feira, 13 de julho de 2012

Macha - A Deusa dos Cavalos

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Macha, cujo dia de sua comemoração é o 8 de maio, é uma Deusa com a qual tenho forte ligação mas pouco contato. É a irmã mais velha de Morrigan, minha matrona, mas também é uma Deusa antiga pré-céltica que, aparentemente, teve três encarnações: a primeira anterior aos celtas, a segunda como a irmã de Morrigan, vida que a levou a compor a tríplice Morrigù juntamente com suas irmãs Morrigan e Badb; e, por fim, a vida em que apareceu como uma Dama do Lago a um fazendeiro.

Macha, também chamada de Epona, é Deusa dos cavalos, da fertilidade, da destruição, da morte, do governo e da guerra. Ela pode se apresentar tanto numa face doce e maternal quanto destruidora e temida, por isso muitos costumam se relacionar pouco com ela. Mas ela foi muito adorada por quase toda a Europa como uma Grande Mãe-Terra, que pode te abençoar como o verdor da primavera ou te destruir como o frio da neve no inverno.

Vou fazer um compilado de dois textos a respeito de Macha, o segundo é traduzido pelo translate do google para o português.


[Primeiro texto: por Jani Farrel]

Na antiguidade, época do renascer da agricultura, a imagem divina era feminina, ligada normalmente a colheita e fertilidade. Em Ulster esta deusa era conhecida como Macha. Macha também era o sol, aquecendo a terra, fazendo-a fértil, trazendo alimento a mesa. Em outros lugares a deusa da agricultura era Epona.

"Macha irradia uma aura de paz e satisfação plácida. Ela é guardiã da lareira, e como tal é a patrona e protetora da vida doméstica e da estabilidade. O simbolismo sagrado da lareira e do fogo opera em diversos níveis na tradição irlandesa - nas práticas legais dos celtas insulares, a manutenção de uma chama doméstica era parte essencial do ritual pelo qual a posse da terra era reclamada, e em tempos modernos era costume, ao menos em algumas áreas da Irlanda, que a sogra da noiva lhe passasse o atiçador e a convidasse para regular o fogo na lareira."


Citação:
Proinsias MacCana, The Celtic Consciousness

A Deusa Macha é uma deusa pré-céltica associada com Morrígan, a formidável deusa da guerra, da morte e da sensualidade, Macha é uma das três faces das Morrígans.
Seu pai era o "Aed, o vermelho" e sua mãe era Ernmas (druida feminina).
Macha foi esposa de Nemed e consorte de Nuada, chamada de "Mulher do Sol". Ancestral do Galho Vermelho, é a Rainha da Irlanda, filha de Ernmas e neta de Net. Seu corpo é o de um atleta e seus símbolos são o cavalo e o corvo.
Macha está presente no "Livro das Invasões" quanto nas lendas do Ciclo de Ulster. Esta deusa é uma deidade tipicamente celta, pois em dado momento ela parece ser suave e generosa, para em outro se transformar numa terrível mulher guerreira.
Crunniuc era um viúvo, proprietário de algumas terras no norte da Irlanda. Certa feita, sentado no salão de seu palácio, viu à distância uma mulher caminhando em sua direção. Já de longe ele percebera que se tratava de uma belíssima mulher. Ela entrou na sua casa e começou a organizar roupas, alimentos e mobílias, deu ordem aos seus empregados, como se sempre estivesse ali. Fez um excelente jantar e o convidou para mesa, após isto convidou-o para se deitar. Crunniuc já deitado, observou a bela mulher percorrer o quarto no sentido horário e deitar-se na cama, os dois fizeram amor.
Chegou a época das festividades do rei de Ulster e todos os nobres deveriam participar, e ao se despedir de sua mulher, esta o alertou "não digas nada de que possa se arrepender" ele afirmando a cabeça disse que nada falaria..

No festival, no momento que os cavalos do rei corriam e todos apostavam nas corridas, muitos comentavam "Não existem cavalos mais rápidos do que os do rei", "Nada pode derrotá-los em corrida". Movido pela embriaguez, Crunniuc se levanta e grita: "Minha mulher corre muito mais rápido que estes cavalos". Rapidamente foi levado a presença do rei, para cumprir o desafio. Macha foi trazida por mensageiros e lamentava "Uma grande desgraça se abate sobre mim, que tenho que, grávida, ir libertar aquele fanfarrão embriagado" Enquanto ela se aproximava as contrações iam se intensificando, ela pediu ao rei clemência, pois seria muito arriscado correr em tão avançado estado. Movido pela embriaguez muitos acharam até divertido e não ouviram seus apelos.

Macha, dada a largada, ganha sem dificuldades. Mas tão logo cruzou a linha de chegada, lança um tremendo grito que causou arrepios aos mais valentes guerreiros e em seguida ali mesmo na pista de corrida da a luz a gêmeos.

Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."

O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Chegou a época das festividades do rei de Ulster e todos os nobres deveriam participar, e ao se despedir de sua mulher, esta o alertou "não digas nada de que possa se arrepender" ele afirmando a cabeça disse que nada falaria..
No festival, no momento que os cavalos do rei corriam e todos apostavam nas corridas, muitos comentavam "Não existem cavalos mais rápidos do que os do rei", "Nada pode derrotá-los em corrida". Movido pela embriaguez, Crunniuc se levanta e grita: "Minha mulher corre muito mais rápido que estes cavalos". Rapidamente foi levado a presença do rei, para cumprir o desafio. Macha foi trazida por mensageiros e lamentava "Uma grande desgraça se abate sobre mim, que tenho que, grávida, ir libertar aquele fanfarrão embriagado" Enquanto ela se aproximava as contrações iam se intensificando, ela pediu ao rei clemência, pois seria muito arriscado correr em tão avançado estado. Movido pela embriaguez muitos acharam até divertido e não ouviram seus apelos.

Macha, dada a largada, ganha sem dificuldades. Mas tão logo cruzou a linha de chegada, lança um tremendo grito que causou arrepios aos mais valentes guerreiros e em seguida ali mesmo na pista de corrida da a luz a gêmeos.

Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."

O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
No festival, no momento que os cavalos do rei corriam e todos apostavam nas corridas, muitos comentavam "Não existem cavalos mais rápidos do que os do rei", "Nada pode derrotá-los em corrida". Movido pela embriaguez, Crunniuc se levanta e grita: "Minha mulher corre muito mais rápido que estes cavalos". Rapidamente foi levado a presença do rei, para cumprir o desafio. Macha foi trazida por mensageiros e lamentava "Uma grande desgraça se abate sobre mim, que tenho que, grávida, ir libertar aquele fanfarrão embriagado" Enquanto ela se aproximava as contrações iam se intensificando, ela pediu ao rei clemência, pois seria muito arriscado correr em tão avançado estado. Movido pela embriaguez muitos acharam até divertido e não ouviram seus apelos.
Macha, dada a largada, ganha sem dificuldades. Mas tão logo cruzou a linha de chegada, lança um tremendo grito que causou arrepios aos mais valentes guerreiros e em seguida ali mesmo na pista de corrida da a luz a gêmeos.

Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."

O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Macha, dada a largada, ganha sem dificuldades. Mas tão logo cruzou a linha de chegada, lança um tremendo grito que causou arrepios aos mais valentes guerreiros e em seguida ali mesmo na pista de corrida da a luz a gêmeos.
Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."

O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Sentindo-se humilhada, reunindo toda as força levanta e grita: "Eu sou Macha, e para sempre meu nome vai ser lembrado nesta terra.. Eu os amaldiçoo, que no momento que os guerreiros de Ulster mais precisarem de forças, sentiriam as mesmas dores do parto que eu senti, ficando assim impossibilitados."
O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").

E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
O local em questão, chamado de Émain Macha, pode ser traduzido como "os gemeos de Macha" e fica no condado de Armagh (Ard Macha, ou "A Grande Macha").
E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.

Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
E assim a maldição se cumpriu. Somente as mulheres, as crianças e o Herói Cuchulainn, filho de Lugh, o único imune à maldição, ficaram a salvo das palavras de Macha, que deveriam durar nove gerações.
Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.

Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Macha chega até nossas vidas para nos afirmar que todas as mulheres são deusas. Todas nós somos pequenos pedaços de um grande ser: a Grande-Mãe. Ela, nas suas várias formas de manifestação, é o símbolo principal da própria representação do inconsciente. Uma boa parte deste planeta já busca o resgate desta sabedoria. Não estamos descobrindo nada novo, mas sim simplesmente revelando o que já se é.
Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Quando nos afastamos do sagrado, acabamos fatalmente relegando à um segundo plano à paz, o amor e a alegria. Quando nos esquecemos que a vida é sagrada, nós perdemos a conexão com a força planetária da vida e ficamos à sombra da nossa verdadeira natureza.
Como deusa protetora dos eqüinos e apaixonada por seu marido, ela multiplicou-os de maneira assombrosa e passava as manhãs correndo e competindo com eles pelos prados. Neste período, Crunniuc prosperou como nunca, e recebeu o reconhecimento dos outros nobres da região. Aparentemente, a mulher, cujo nome ela o instruíra a jamais perguntar, trouxera-lhe boa fortuna. E, logo em seguida Macha fica grávida.

Macha é uma deusa de muitas faces e aspectos, mas que não é tão conhecido em profundidade. Ela é uma deusa da Irlanda e, apesar de suas partes na mitologia estão espalhados, eles oferecem-nos uma visão rica de seus muitos atributos. Talvez o mais conhecido dos contos de Macha Na mitologia irlandesa é a corrida contra o rei dos cavalos de Ulster.

O conto nos vem o épico irlandês, Tain Bo Cúailnge. 1 Um dia, uma mulher bonita veio através dos bosques para a casa de Crunniuc mac Agnomain, que era viúvo. A mulher entrou em sua casa, colocá-lo em direitos e que a noite levou Crunniuc para a cama. Enquanto residido a família não conhecia quiser. E aconteceu que a mulher cresceu muito com a criança. Durante este tempo, Crunniuc se preparavam para sair para a feira. Antes de sair, a mulher lembrou-lhe que seria melhor não falar em orgulho ou descuido. 

Durante as corridas na feira foi muito cedo que Crunniuc esqueci as palavras de sua esposa e quando a multidão exclamou ninguém poderia bater os cavalos do rei, ele respondeu que sua esposa podia. Na descrença a multidão exigiu que Crunniuc provar o seu pedido e assim que um mensageiro foi enviado para sua esposa. Após a sua chegada, ela implorou com a multidão a esperar até que ela tinha entregue. Incisão, enquanto a multidão era, eles teriam nada disso. Eles a trouxeram diante do rei e ele perguntou de seu nome.

O Tain registra sua resposta: "Meu nome eo nome da minha descendência será dado a este lugar. Eu sou Macha, filha de Sainrith mac Imbaith ". 

Com isso, ela se alinharam ao lado carruagem do Rei e cavalos ea corrida foi iniciada. À medida que o carro atingido o fim do campo, Macha deu origem ao lado dele. No meio do parto Macha amaldiçoou todos os que podiam ouvir a voz dela que eles iriam sofrer as dores do parto, durante cinco dias e quatro noites durante a época de sua maior necessidade.Macha, em seguida, entregou uma menina e um menino. O nome desta terra se tornou conhecido como Emain Macha ou seja, os gêmeos de Macha ea maldição foi há nove gerações entre os homens de Ulster. 

Diz-se que o menino correu para o mar. Isso é curioso como Macha é também conhecido como "A Filha do Mar". 2 Traz-nos a perguntar se o mar está sendo falado metaforicamente para indicar um dos outros mundos. Esta terminologia poderia ser usado para indicar que o filho morreu imediatamente após o nascimento. Algumas versões do conto também indicam que Macha e seus filhos gêmeos morreu no parto, que pode metaforicamente falar com Macha e seus filhos que regressam ao Outro.

Essa imagem eo conto também para amarrar associação Macha como uma deusa do cavalo. Daí sua capacidade de superar os cavalos do rei, mas menos um empate diretamente possível à sua natureza aquosa. Imagery muitas vezes irá mostrar cavalos entre as ondas como eles 'galope' para a praia.

O conto de Macha correr os cavalos e amaldiçoando os homens de Ulster não é o único laço entre ela e a capital pagã do Ulster  , Emain Macha. Há também o conto de Macha, o Vermelho.  Neste conto, Macha era filha de Aed, um dos três reis que se revezavam no poder. Quando morreu Aed Macha subiu para tomar o seu lugar no trono. Dithorba e Cimbieth objecções a esta forma Macha desafiou-os para a batalha. Macha derrotou os outros dois reis e assim veio a governar, não apenas a herança, mas pela conquista. Ele veio para que Dithorba morreu e seus filhos subiu para desafiar Macha. Na noite do conto os cinco filhos de Dithorba estavam sentados ao redor do fogo.

Neste ponto, o conto é diferente, que eu acredito que é dependente da forma como "Cailleach" a palavra é definida. Deuses e Heróis dos celtas por Marie-Louise Sjoestedt nos diz que Macha veio sobre os homens como uma mulher bonita, como Cailleach é traduzido aqui como "a deusa local". 4 Outras versões da lista de conto que Ela veio sobre eles como um bruxa ou leproso que poderia ser resultante de uma associação pejorativa de uma anciã, que Cailleach também é traduzida como, talvez uma definição mais moderna para desacreditar o original.

O conto continua que, neste disfarce Ela usou suas artimanhas sexuais para atrair os homens, em ordem do mais jovem ao mais antigo, longe dos outros e na floresta, onde os ligava por sua magia. Assim, é dito que Ela os prendeu por Sua magia e ensinou-lhes por sua magia. Depois os filhos de Dithorba construiu o templo forte em Emain Macha, onde permaneceram a serviço da "Deusa Poderoso" para o resto de suas vidas. 

Emain Macha não é o único local na Irlanda com o nome e um conto de Macha. Há também a "Planície de Macha" e do "Colina de Macha". 4 Talvez seja desta que a idéia de Macha como um grupo de deusas surge. Em "Deuses e Heróis dos celtas", Marie-Louise Sjoestedt lista Macha como um grupo de deusas que eram sazonais Matronas das grandes festas e os locais sagrados foram realizadas em cima. 

Há também um conto de Macha trabalhar com a terra quando o povo chegou pela primeira vez à Irlanda. Diz-se que a terra estava tão densamente arborizada que as pessoas não podiam cultivar alimentos e os animais não podiam pastar. Macha veio com seu machado grande e limpa a terra para o povo. Isto está mais Macha para as florestas como também foi nas florestas que ela atou os filhos de Dithorba.

Este conto e todas essas áreas de terra com o nome de Macha e as indicações sazonais nos trazer a Macha como deusa da terra e da Deusa da Soberania. Estes aspectos também podem ser vistos no desembolso de Emain Macha, que se baseia pino Macha do manto. Nicholas R. Mann promove esta associação no Magic Druid onde ele descreve um sonho que o leva ao conhecimento que se o centro sagrado de Pagan Ulster, Emain Macha, baseia-se pino Macha do broche, em seguida, as árvores ea paisagem da Irlanda serviria como seu manto. Para mim, isso reforça ainda mais Emain Macha como centro espiritual e político do Pagan Ulster. A terra sagrada seria seu manto da soberania a partir da qual o governante escolhido levaria os povos. Sendo que os líderes já declarou o seu papel na forte ligação com a terra e sua soberania, isso parece fazer Macha parte integrante da paisagem, os governantes eo povo, bem como fazendo conexões com a fertilidade da terra. Essas idéias também nos levar de volta a sua associação como uma Deusa do cavalo como o cavalo carrega um forte vínculo com a soberania para os povos celtas. 

Talvez o atributo mais bem conhecido de Macha é como uma parte do Morrighan. É dentro deste grupo que Macha é conhecido como um da Batalha deusas dos Tuatha De Danann.3 É interessante notar que neste grupo as habilidades mágicas de Macha vir para a frente novamente. Diz-se que como parte da Macha Morrighan utilizado nenhuma arma, apenas magia ela. Muitas vezes Macha é visto como o aspecto Mãe da Morrighan embora Ela também foi vista como uma velha por suas ações. Um deles está guardando o machae mesred , que espiritualidade celta da Mulher, Acessando o Caldeirão da Vida por Edain McCoy explica como a porta pilares em cima ", que as cabeças decepadas de guerreiros conquistados foram exibidos" na fortaleza Ulster dos guerreiros Ramo Vermelho, Emain Macha . Essa imagem é ainda exercida nos Mastros de Macha, que é um dos termos usados ​​para se referir aos chefes sobre o campo de batalha que pertencia a Macha. Esta terminologia também coloca-la no reino da velha como aquele que orienta os mortos para o Outro Mundo.

Há também especulações de que como o Morrighan, Macha é uma triplicado e é, na verdade, a Macha. 8 Talvez como vimos a mãe e os aspectos Crone de Macha, não é uma donzela, assim tornando-a uma deusa tríplice.

Olhando para todos esses atributos e aspectos, é minha opinião que Macha era uma deusa muito importante para os povos antigos da Irlanda em Ulster. Talvez a razão por que Ela não é mencionada nos textos mais não é por causa da obscuridade, mas porque os contos foram escritos durante ou após a mudança de atitudes das pessoas. Novos pontos de vista que foram tirá-los de Macha, Deusa da Terra, Soberania, fertilidade, morte e para diferentes deusas e deuses mais que correspondem as atitudes dos tempos. Talvez, então, pode-se dizer que Macha existia antes os celtas; nativa da terra. Os mitos falam-nos de diferentes grupos de povos a habitar a terra da Irlanda. O Tuatha De Danann estavam entre os primeiros e é dito que eles foram para a clandestinidade, para as colinas, e / ou o Outro como habitantes sucessivas chegou. Macha é conhecida como a Deusa do Tuatha De Danann então talvez Ela também foi para esses locais mais recluso com o seu povo. No meu trabalho pessoal com ela, Macha parece exibir todos esses atributos gerais e muito mais. Eu acredito que ela é uma Deusa que tem muitos aspectos que foram esquecidos na passagem do tempo, apenas alguns que foram ainda lembrados quando sua história foi realmente escrito.

ORAÇÃO DE MACHA:

“Macha me proteja embora eu possa temer. 
Ajude-me como batalhar pela morte de partes de mim que devo deixar ir. 
Você pode vir rapidamente com sua foice e espada para tirar o velho. 
Que o Teu machado limpe a terra para começar o plantio de novo. 
Ajuda-me a ver que a morte é apenas uma transformação que conduz ao renascimento e nova vida. 

“Macha me ajude a ser soberano de mim mesmo. 
Ajuda-me a me levantar para o que é certo, mantendo compaixão. 
Que eu possa realizar minha autocapacitação, sem cair em armadilhas prepotentes. 

“Macha, dai-me visão para ver o que está dentro. 
Que sua sabedoria esteja comigo em tudo o que eu faça. 
Ajuda-me em minhas transformações para ser mais eu mesmo
E ainda para ser mais como você. 

“O seu louvor está em meus lábios. 
Sua beleza é vista diante dos meus olhos. 
Nossa gratidão a você infla meu coração. 
Deusa maravilhosa, eu te amo.” 



BÊNÇÃO DE MACHA:

“Que eu seja rápido como cavalos de Macha. 
Que eu seja sempre bem-vindo em Seu salão. 
Que eu possa aprender a sabedoria nos contos de Macha 
E que eu passe para a batalha com ela ao lado. 

“Que a minha terra floresça frutuosamente. 
E eu encontre prosperidade em tudo que eu faça. 
Que eu possa aprender a magia de Macha 
E ver com a luz de seu conhecimento. 

“A beleza da donzela Macha esteja comigo. 
O abraço da mãe gentil Macha esteja comigo. 
E que, quando a morte vier, 
possa a rapidez da velha Macha guiar-me certeiramente. 

“Que eu possa dançar com Ela em abundância. 
Que eu possa dançar com Ela em transformação. 
Que eu possa dançar com Ela em beleza. 
Que eu possa dançar com Ela no amor.” 


[Textos retirados dos sites: Ravus Phoenix - blog interno - & Order of the White Moon]

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